sábado, 7 de julho de 2007

Live Earth: 10 mil espectadores em Tóquio

O Japão recebeu o bastão da Austrália no revezamento musical contra a mudança climática Live Earth, com shows em Tóquio e Kioto, que atraíram 10 mil pessoas, neste sábado.

As atrações começaram a se apresentar às 12h na capital do Japão, com a participação de grupo americano Linkin Park, que se uniu à campanha pela conscientização a respeito da necessidade de uma luta comum contra o aquecimento global.

"Vim ver o Linkin Park, apenas o Linkin. Mas acho que é um belo acontecimento. Se o Linkin Park me disser para eu ser ecologista, com certeza serei", explicou Masato Nakajima, um jovem punk.

Além da banda norte-americana, o Live Earth Japão teve performances da cantora Rihanna e dos ídolos locais da "J Pop" Ai Otsuka, Cocco e Kumi Koda.

Na capital japonesa, as organizações ecologistas exibiam suas mensagens para promover a reciclagem e, em particular, para que os palitos de madeira usados para comer arroz (hashi) sejam reutilizados.

O evento promopelo ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore tem co
Além disso, o primeiro-ministro Shinzo Abe defende que a mudança climática seja o ponto principal da agenda da reunião do G8 (grupo dos sete países mais industrializados do mundo e a Rússia), no ano que vem, na ilha de Hokkaido.

As outras atrações do Live Earth em Tóquio são Ai, Abingdon Boys School, Ayaka, Ai Otsuka, Genki Rockets, Kumi Koda, Cocco, Rize e Rihanna

Live Earth: começa na Austrália com público de 40 mil

Astros pop em Sidney abriram, neste sábado, a série de shows contra as mudanças climáticas que pretende persuadir o mundo a adotar o caminho ecológico. Cerca de 40 mil pessoas lotaram o Aussie Stadium em Sidney para ver shows que incluíam Crowded House e Jack Johnson.

A cerimônia de abertura contou com música tradicional aborígene. Seis dançarinos aborígenes atuaram no palco do estádio Aussie, diante de uma multidão de milhares de pessoas, antes que o ex-vice-presidente americano Al Gore aparecesse em uma tela para saudar a iniciativa.

"Obrigado por terem vindo hoje", disse Al Gore. A iniciativa tem por objetivo sensibilizar o mundo sobre os perigos da mudança climática, por intermédio de uma série de concertos em Sydney, Tóquio, Xangai, Hamburgo, Londres, Johannesburgo, Nova York, Washington e Rio de Janeiro.

Os megaeventos deverão reunir dois bilhões de espectadores em todo o planeta, esperam os organizadores. No sábado, Madonna, Red Hot Chili Peppers, Duran Duran, Foo Fighters, Black Eyed Peas, John Legend se apresentarão no novo estádio londrino de Wembley, que estará lotado. Até

700 mil pessoas são aguardadas no Rio para os shows de Lenny Kravitz, Pharrell Williams e Macy Gray, entre outras atrações, na praia de Copacabana.

The Police, Smashing Pumpkins, Kanye West, Alicia Keys, Jon Bon Jovi, Roger Waters e Al Gore estarão no estádio dos Giants, próximo a Nova York. Angelique Kidjo, Joss Stone, UB40 se apresentarão na África do Sul, Shakira, Snoop Dogg e Yusuf Islam (ex-Cat Stevens) em Hamburgo, Linkin Park em Tóquio.

Dois encontros simbólicos também estão previstos para Kyoto e para uma base da Antártica, e 7 mil eventos de menor escala foram anunciados em 129 países para tentar criar um movimento planetário.

Pitty grava seu primeiro DVD em São Paulo

A cantora Pitty gravou, na noite desta sexta-feira, o primeiro DVD da carreira no Citibank Hall em São Paulo. A cantora baiana tocou músicas de seus dois discos - além de duas inéditas - que fizeram a alegria dos quase três mil fãs que lotaram a casa de shows.

Visivelmente emocionada, Pitty reuniu os sucessos em um dos melhores shows já feitos pela banda, que é composta por Joe (baixo), Martin (guitarra) e Duda (baterista acima da média, responsável pelo peso da apresentação ao vivo).

O show começou com Anacrônico, seguido por Admirável Chip Novo e Semana que Vem. Só então o primeiro contato com a platéia, que já cantava a plenos pulmões cada estrofe das músicas.

"Hoje podemos ser um só. Estou tocando cada música como se fosse a última coisa que eu vou fazer na vida. Só foram três, e ainda tem muito mais", disse a cantora, enquanto pegava a guitarra para das seqüência à gravação.

A cantora comanda a festa como a mãe da "família Pitty" como ela mesma chama os fãs. "Estou vendo vários rostos conhecidos daqui de cima. Escolhemos um lugar onde a platéia ficasse perto para ser como sempre foi, um show com contato com vocês. E chega de falar senão vou chorar aqui em cima", completou a cantora.

A banda apresentou duas músicas novas: Malditos Cromossomos e Pulso, pedida e cantada em coro pela platéia, que já conhecia a nova canção por conta de vídeos divulgados no site da cantora.

Formado em sua maioria por adolescentes e algumas crianças acompanhadas dos pais, o público foi parte ativa na gravação do show. Cantando todas as músicas, pulando e batendo palmas a cada comando de Pitty, a platéia fez seu show à parte. Em Seu Mestre Mandou e Máscara, várias pessoas subiram ao palco para depois mergulhar de volta para a pista.

Até Pitty aderiu à onda dos "stage dives" (mergulho na platéia, quando se pula do palco em direção ao público, e fica-se "flutuando" sobre as mãos dos espectadores). Em Seu Mestre Mandou, a cantora deu um mergulho e voltou segundos depois com a blusa desamarrada. "Esqueci que na minha época eu usava camiseta larga e calça folgada", brincou.

Ao final do show, a banda voltou para regravar algumas faixas já tocadas anteriormente, para a alegria dos que haviam permanecido na pista. Quem já havia saído rumo aos banheiros e bares, voltou rapidamente ao ouvir primeiro acorde, para rever a parte inicial do show, tocada novamente pelos músicos.

Ao final, novos agradecimentos à platéia e o desejo de ver o resultado pronto do primeiro registro ao vivo da cantora, ainda sem previsão de lançamento.


Veja abaixo o setlist do DVD Ao Vivo da cantora Pitty:

Anacônico
Admirável Chip Novo
Semana que Vem
Déjà Vu
Teto de Vidro
Brinquedo Torto
Memórias
Na Sua Estante
Malditos Cromossomos
De Você
No Escuro
Equalize
Pulso
Ignorin?U
A Saideira
I Wanna Be
Seu Mestre Mandou
Máscara

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Nelly Furtado está noiva do engenheiro de som de seu disco

A cantora Nelly Furtado, 28 anos, está noiva do engenheiro de som que trabalhou em seu último disco, Demacio "Demo" Castellon, informou a revista People.

A cantora já havia dito à revista Blender em julho que tinha um "namorado secreto" há cerca de oito meses. "Na verdade eu não falo muito sobre isso. Ele não é famoso, nem nada".

O produtor Timbaland, que também trabalhou com o casal no disco Loose, confirmou à People que os dois estão realmente noivos.

Nelly tem uma filha de três anos, Nevis, fruto de um casamento da cantora com o DJ e produtor Jasper Gahunia. Nelly disse à Blender que ela e Gahunia são pais ativos, e que mesmo após a separação ainda continuam sendo melhores amigos.



O cantor Elton John ganhou uma indenização de 116 mil euros de um marchand que lhe vendera esculturas falsas como se fossem originais do século 18, mostraram documentos judiciais.

veredicto emitido no dia 26 de junho determinou que o marchand Jean Renoncourt devolvesse ao cantor o valor da venda, de US$ 360 mil, com juros retroativos a 1996, quando as esculturas foram compradas.

As quatro estátuas, representando figuras da mitologia grega, foram vendidas como sendo obra do escultor italiano Luigi Grossi, que morreu em 1795. Segundo um especialista consultado pelo tribunal, as esculturas na verdade datam do fim do século 20.

O julgamento seguiu-se a uma longa batalha legal. O cantor descobriu a falsificação ao avaliar as estátuas para fins de seguro. Em 2003, ele tinha sido condenado a pagar ao marchand 21 mil euros em custas do processo, já que sua tentativa de condená-lo foi arquivada por falta de provas.

A cantora Marisa Monte se apresentou, nessa quinta-feira, para uma platéia que tinha o astro da série 24 Horas Kiefer Sutherland, que está no Brasil para o lançamento de um novo veículo da marca Citroën.

Marisa, que está em turnê pelo Rio de Janeiro com seu show Universo Particular, foi convidada a mostrar seu repertório na festa promovida pela empresa.

Em agosto, o show será apresentado no Tom Brasil Nações Unidas, em São Paulo. No espetáculo, Marisa toca gaita, guitarra, ukelele (uma espécie de cavaquinho havaiano) e kalimba (pequeno teclado de origem africana). Ela interpreta canções de seus dois últimos discos, Infinito Particular e Universo ao Meu Redor, lançados em 2006.

Entre as 24 músicas do repertório estão Alta Noite, Segue o Seco e Eu Não Sou da Sua Rua e os sucessos dos tribalistas Passe em Casa e Velha Infância, além da inédita Nada é Proibido.

A direção cênica do espetáculo é de Leonardo Netto, Cláudio Torres e Marisa Monte, que assina sozinha a direção musical. A banda é formada por Dadi (baixo) Mauro Diniz (cavaquinho), Pedro Baby (violão), Carlos Trilha (teclados), Marcelo Costa (bateria), Maico Lopes (trumpete), Pedro Mibielli (violino), Marcos Ribeiro (cello) e Juliano Barbosa (fagote).

Prêmio Multishow reúne astros da música pop

Roberto Carlos arrecada R$ 3 mi em show beneficente

O cantor Roberto Carlos realizou um show beneficente na noite desta quarta-feira, no Theatro Municipal, no centro do Rio de Janeiro. A apresentação teve como objetivo conseguir verbas para a construção do Hospital da Criança e arrecadou cerca de R$ 3 milhões.

Antes da apresentação do cantor, foi exibido um vídeo, com apresentação do Pró Criança Cardíaca, do governador Sérgio Cabral, da primeira-dama e da dra. Rosa Célia.

O repertório do artista incluiu sucessos novos e antigos, acompanhados de orquestra, entre eles, Emoções, Cavalgada, A volta, O calhambeque e Jesus Cristo. Do camarote do governo, no segundo andar do Theatro, Cabral aplaudiu de pé o show. O filho do casal Marco Antônio, de 16 anos, também prestigiou o evento.

No final do show, o cantor distribuiu rosas para a platéia e recebeu o governador e a primeira-dama no camarote. Foram colocados à venda 1.330 ingressos, com preços que variaram entre R$ 800 e 1.500.

Entre os presentes estavam os secretários de Cultura, Luiz Paulo Conde, de Transportes, Júlio Lopes, da Casa Civil, Régis Fichtner, de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Júlio Bueno, de Trabalho e Renda, Alcebíades Sabino, e de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, os humoristas Hélio de La Peña e Cláudio Manuel, do Casseta e Planeta, a modelo Luíza Brunet, e o autor de novelas Manoel Carlos.

Presidente de honra da ong RioSolidário, a primeira-dama foi responsável pelo apoio institucional do show e pela captação de recursos. Antes do evento, o casal cumprimentou os convidados, entre celebridades, secretários de estado, políticos e empresários, que ajudaram no sucesso do evento, comprando os ingressos e lotando o Theatro Municipal.

"É a primeira vez que o 'rei' sobe ao palco do Municipal. Estamos muito honrados. Fico muito feliz com o trabalho da Adriana. Ela não procurou criar uma grife, mas, sim, ajudar os trabalhos que estão dando certo", elogiou Cabral.

Orçado em R$ 20 milhões e previsto para inaugurar em 2009, o empreendimento, que ficará em Botafogo, Zona Sul do Rio, vai atender tanto crianças carentes como as com plano de saúde. Esse será o primeiro hospital da cidade especializado em crianças com foco na medicina de alta complexidade (cirurgias cardíacas, cirurgias complexas, procedimentos invasivos e terapia intensiva).

"Estou muito feliz de estar aqui. Agradeço a todos e parabenizo a iniciativa do governador Sérgio Cabral e da primeira-dama, Adriana Ancelmo" disse Roberto Carlos do palco.

O Dia

Britney diz que agressão com guarda-chuva foi representação

Quando nada mais funciona em Hollywood, a solução é culpar o "method acting" - um estilo de treinar representação. A cantora Britney Spears explicou nesta quinta-feira (5)por que investiu furiosamente contra um carro com um guarda-chuva: ela estaria ensaiando para um papel no cinema.

No momento em que a ex-princesinha do pop reinventa sua carreira, após um casamento fracassado, uma internação em clínica de reabilitação e fotos tiradas em público sem calcinha, Spears postou em seu site, britneyspears.com, uma nota pedindo desculpas aos paparazzi pelo incidente com o guarda-chuva, dizendo que foi, apenas, uma representação.

"Eu estava me preparando para um papel num filme em que o marido nunca faz seu papel, então as duas coisas acidentalmente trocaram de lugar", escreveu a cantora de 25 anos. "Levo meus papéis muito a sério, e me deixei levar um pouco."

"Infelizmente, não recebi o papel", ela acrescentou.

O "method acting" é uma técnica na qual atores e atrizes treinam os papéis que vão representar, adotando completamente em sua vida real os hábitos, experiências, emoções e pensamentos do personagem.

Em fevereiro, Britney Spears, mãe de dois filhos, bateu repetidas vezes em um veículo com um guarda-chuva, antes de retornar para a clínica de reabilitação pela terceira vez em uma semana e então permanecer pelo prazo mínimo exigido, 30 dias.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Justiça libera Live Earth no Rio



A juíza Maria Paula Gouvêa Carvalho, da 4ª Vara de Fazenda Pública, revogou nesta quinta (5) a liminar concedida, que impedia a realização do show Live Earth, na Praia de Copacabana, no próximo sábado (7).

A Polícia Militar reviu sua estratégia de segurança para poder garantir a realização do show Live Earth, sábado (7), na Praia de Copacabana e de outro gospel no Aterro do Flamengo na mesma data.

Segundo a PM, a transferência do evento gospel que aconteceria no Aterro do Flamengo para a Praça da Apoteose, vai permitir que o efetivo disponível faça o patrulhamento no local. A PM está reorganizando o número de policiais que será divulgado na sexta-feira (6).

Segundo o Ministério Público do Rio, o comando da Polícia Militar tinha informado, em ofício, que não tinha condições de garantir o policiamento necessário ao show, e que o problema não é apenas a questão de segurança. Segundo a promotora de meio ambiente Denise Tarin, a polícia tem que garantir o controle da venda de bebidas alcóolicas evitando o consumo de menores e coibir o consumo de drogas.

Pink diz que sexo e drogas são fundamentais a estrelas de rock

A cantora americana Pink disse, em entrevista ao jornal britânico Daily Star, que a experiência com sexo e drogas são fundamentais a uma estrela de rock.
Na opinião dela, "ter tido experiências com sexo e drogas é bom", embora não signifique que se tenha de continuar. Pink defende que o mais importante é a pessoa saber quem é e o que defende.
"O sexo e as drogas são uma parte integral, mas tudo se resume à atitude", algo que a cantora parece identificar em Amy Winehouse e Lily Allen, a quem elogiou na mesma reportagem.
Pink disse que quer fazer um dueto com a autora de Rehab. "O último álbum que comprei foi da Amy. Ela é ótima e adoraria escrever com ela."
Pink elogiou também a cantora Lily Allen, a quem, junto com Amy Winehouse, considera "fantástica". Acrescentou ainda que "o mundo precisa de mais estrelas pop interessantes", referindo-se ao estilo cultivado pelas duas cantoras.
Em contrapartida, Pink colocou de lado uma potencial colaboração com Britney Spears. "A Britney é suficientemente maluca para interpretar uma das minhas canções, mas é muito difícil, para mim, abdicar delas. Por causa disso, as únicas pessoas para quem escrevo são cantores verdadeiros. Não que ela não seja uma cantora verdadeira, mas é mais uma entertainer".

Festival de música na Dinamarca abre com fãs nus e lama

O maior festival de música dos países nórdicos começou na quinta-feira com fãs enfrentando lama até os joelhos para assistir a bandas como The Who e Red Hot Chili Peppers.
Os organizadores do festival de Roskilde disseram que foram vendidos 75 mil ingressos, sendo que 45 mil fãs chegaram já no domingo no local do festival, encontrando as bandas de "aquecimento" tocando em frente a um gigantesco mar de lama.
O mês passado foi o mês de junho de mais chuva na história da Dinamarca, e meteorologistas disseram que é pouco provável que a chuva dê uma trégua aos fãs. Mais chuva está prevista para esta quinta-feira.
Os organizadores pediram que os fãs não se desloquem até o festival de carro, já que todas as áreas de estacionamento estão inundadas. As lojas da região de Copenhague não têm mais botas de borracha em seus estoques.
Muitos fãs abriram mão das capas de chuva e mergulharam na lama. Competições improvisadas de luta livre foram uma atividade popular, e alguns lutadores participaram delas completamente nus.
Fundado em 1971, o festival traz mais de 170 bandas em sete palcos, incluindo os pioneiros do rap americano Beastie Boys, a eclética cantora islandesa Bjork, a banda de rock de Los Angeles The Killers, os grupos alternativos britânicos Arctic Monkeys e Muse, a banda de Montreal Arcade Fire, o dance rock nova-iorquino do LCD Soundsystem e os roqueiros californianos Queens of the Stone Age.

Avril Lavigne é processada por suposto plágio


A cantora Avril Lavigne foi processada por um suposto plágio da canção Girlfriend, que estourou nas rádios de vários países, inclusive do Brasil, no início de março. Compositores americanos de I Wanna Be Your Boyfriend, do grupo Rubinoos, afirmam que Avril copiou ritmo e letra da música lançada em 1979.
Segundo informações do site Entertainment Wise, o processo alega que a frase "Hey, hey, you, you, I don´t like your girlfriend" (Hey, hey, you, you, eu não gosto da sua namorada), da canção de Avril, é semelhante a "Hey, hey, you, you, I wanna be your boyfriend" (Hey, hey, you, you, eu quero ser seu namorado), do trabalho dos Rubinoos.

"Avril é uma excelente compositora e ela prova isso todos os dias", disse o agente da cantora Terry McBride. "Ela é muito sensível e conhece a música muito bem. Se tudo fosse copiado, daria razão para eles, mas não há qualquer semelhança. Não entendo o que eles querem", anunciou.

O processo surgiu após o videoclipe da canção ser escolhido como o melhor do ano na premiação Much Music Video Awards (MMVA), em Toronto. Na ocasião, ela também recebeu o troféu de artista canadense favorita do público.

"Estou começando, só tenho cinco discos", diz Luciana Mello

Luciana Mello, 28 anos, lança seu novo disco Nêga, o quinto de uma carreira que segundo a cantora ainda está só no começo. "Este não é o meu quinto disco. É 'só' o meu quinto disco. Ainda tenho muito que fazer e aprender".

Em entrevista, a cantora falou sobre o trabalho com o irmão, os planos de carreira internacional e os incômodos de ser comparada ao pai.

Quanto tempo seu novo disco demorou para ser feito?
Fiz muito tranqüila, coloquei o que queria colocar nele. Foram três anos desde que comecei a pensar neste álbum. Como eu fiz de forma independente, tive tempo para fazer tudo exatamente do meu jeito.

Quais são as diferenças de lançar um disco por uma gravadora e um independente?
Independente dá muito mais trabalho. Você tem que fazer tudo. Mas por outro lado, se o trabalho dá certo, o mérito é todo seu.

Como é trabalhar com seu irmão, Jair Oliveira?
É ótimo. Admiro muito ele como produtor. Como artista então, não tenho nem o que falar. Gosto de trabalhar com o Jair porque ele deixa o som com a cara do artista, e não com a cara dele.

E como aconteceu a participação de Gabriel, O Pensador na faixa Na Veia da Nêga?
Eu já o conhecia, chegamos a trabalhar juntos em algumas coisas, até tocamos juntos. Eu queria um rap nessa música então liguei pra ele convidando e ele topou.

Você acha que o Brasil está passando por uma "fase de boas cantoras", com Céu, Ana Carolina, Paula Lima etc.? Você se considera também parte disso?
Acho que esta coisa de boas cantoras sempre existiu. Essa magia em torno da Elis Regina, a Gal Costa, tantas outras... As mulheres sempre agradam mais, não sei se pela coisa sensível, sensual. Eu, como cantora, quero mais é que as pessoas gostem disso mesmo (risos).

Ainda lhe incomoda a comparação com seu pai?
Não. No começo incomodava mais, porque eu queria ter um nome, mas era sempre vista como "a filha do Jair Rodrigues". A comparação sempre vai existir de alguma forma, tenho muito orgulho do meu pai, mas acho estranho quando vão escrever sobre mim e começam: 'A filha de Jair Rodrigues, irmã de Jairzinho...', sendo que o sujeito da matéria sou eu. E hoje em dia a carreira tanto minha quanto do meu pai já se distanciaram tanto da do nosso pai, que nem cabe mais esse tipo de coisa.

E quais são os planos de divulgação desse disco? Turnê nacional? Internacional?
Sim, quero viajar, mostrar esse trabalho. Já toquei fora do Brasil, estive algumas vezes nos Estados Unidos, no Japão, em Londres, na Suíça. Artista tem rodinhas nos pés, quero mostrar esse disco em outros lugares também.

Nicole Richie esta Grávida


A revista US Weekly confirmou que a socialite Nicole Richie está grávida do namorado Joel Madden, vocalista da banda Good Charlotte.De acordo com a revista, Richie passou os três primeiros meses escondendo a gestação da imprensa, embora seus familiares sabiam desde o príncipio.A revista ainda revelou que o casal está pensando em subir ao altar ainda neste verão, nos Estados Unidos.

Beckham, vaidoso e de Look novo

Vaidoso como ele só, David Beckham mudou seu visual novamente. O jogador de futebol, que estava loiríssimo, resolveu radicalizar e pintou seus curtíssimos cabelos de branco.
Ele apareceu com a nova cabeleira durante o concerto em homenagem a Lady Di, que ocorreu em Londres. Na ocasião, Beckham foi responsável por chamar o grupo Take That para o palco.
Com a barba por fazer, a imprensa internacional chegou a apelidar o bonitão de “zebra”, por estar com a barba escura e os cabelos branquinhos.

Beckham estava acompanhado da mulher, a Spice Girl Victoria Beckham, e de seus filhos Cruz e Romeo.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Cachorro Grande cresce em novo disco


“Rock” e “amadurecimento” talvez não combinem lá muito bem. No entanto, é impossível ouvir o novo disco da banda gaúcha Cachorro Grande sem imaginar que, dentro da lógica do grupo, há, sim, uma linha evolutiva. “Todos os tempos”, quarto álbum da carreira do quinteto, dá um passo adiante em relação a “Pista livre”, de dois anos atrás.

Domesticados? Talvez, mas no bom sentido. No recém-lançado disco, a banda chuta a fama de arruaceira e assume suas múltiplas referências, antes despercebidas. Da psicodelia dos Mutantes ao folk de Neil Young, os músicos parecem não ter mais a pressa de antigamente, a não ser em “O certo e o errado”, que fecha o álbum pouco antes dos 40 minutos.

A faixa de abertura, “Você me faz continuar”, surpreende logo de cara: com cinco minutos e meio de duração, é uma balada introspectiva e foi justamente escolhida como single. O grupo também privilegia os bons refrãos, como em "Conflitos existenciais", e as melodias, como em "Roda gigante".

Uma boa sacada foi abrir espaço para os teclados e sintetizadores, além de um belo naipe de metais - como pode ser ouvido em “Hoje meus domingos não são mais depressivos.”

Gritando menos e interpretando mais, os vocalistas propõem situações imaginárias sem se levar tão a sério, outro ponto alto. “O que você tem” cita o cineasta Martin Scorsese na letra, enquanto “Na sua solidão” tem um quê de Morricone na cadência. Tudo sem pretensão de ser pseudo-intelectual ou “cabeça”.

Talvez os novos shows não tenham a energia sanguinária de antigamente, mas calma: o Cachorro Grande não perdeu a identidade. Em “Todos os tempos” o grupo continua em conexão direta com o rock dos anos 60 e 70, mas com um pezinho nos dias de hoje.

Kelly Clarkson bate o pé e lança disco sem hits

Quem acompanha a carreira de Kelly Clarkson não deve reconhecê-la em seu novo álbum, “My december”. Ou talvez esse seja justamente o primeiro disco em que a cantora mostre realmente o que gosta de compor e cantar. Admirável, mas não necessariamente bem-sucedido.

Em seu terceiro álbum, a primeira vencedora do “American Idol” abandona o pop que a transformou em fenômeno com o disco “Breakaway”. Lançado em 2006, o CD teve pelo menos três megassucessos -“Because of you”, “Since U been gone” e a faixa-título-, e vendeu cerca de 6 milhões de cópias só nos Estados Unidos.

Agora, em “My december”, o clima é outro. Clarkson se afunda na melancolia para fazer um disco que tenta ser rock, tenta ser emo, tenta ser pop e não tem identidade. Todas as canções são assinadas por ela, que insistiu em lançar um trabalho autoral. Decisão que a fez brigar com Clive Davis, chefão da gravadora americana RCA.

Havia notícias de que Davis não estaria satisfeito com o repertório selecionado por Clarkson para o novo disco. Ela bateu o pé. Demitiu seu empresário e acabou cancelando a turnê que faria durante o verão americano, por causa da baixa venda de ingressos. “My december” foi recebido com críticas medíocres nos Estados Unidos, e na tentativa de emplacar o disco, seu segundo single, “Sober”, foi lançado nas rádios após uma curta carreira do primeiro.

“Never again” é um blá-blá-blá sobre fim de relacionamento que mantém a tradição dos fortes refrãos cantados pela jovem. “Judas” está entre as preferidas de Clarkson, canção que ela queria lançar como single, mas recuou por não saber como seria a recepção do público diante da letra “tão pessoal”, que fala sobre a traição, possivelmente de um namorado.

Entre as músicas que mais lembram os trabalhos anteriores de Clarkson estão “Don’t waste your time”, “How I feel” e talvez alguma coisa de “Can I have a kiss”. Mas mesmo essas faixas não têm potencial para se tornarem hits.

Morre aos 80 anos o saxofonista Boots Randolph

O saxofonista Boots Randolph, conhecido como compositor do tema principal da série de humor britânica "The Benny Hill Show", e que colaborou com artistas como Elvis Presley e Johnny Cash, morreu nesta terça-feira (3), aos 80 anos, de hemorragia cerebral.

O artista, considerado um dos maiores músicos de estúdio dos Estados Unidos, foi hospitalizado após uma hemorragia cerebral que sofreu no dia 25 de junho. Ele ficou em coma até a morte, informou sua agente e porta-voz de sua família, Betty Hofer.

Randolph, nascido em Paducah (Kentucky, EUA), era muito mais que um saxofonista para Nashville, cidade onde vivia desde 1961 e na qual tocou em vários clubes noturnos durante mais de 30 anos. Era considerado um ícone musical e turístico, como Wayne Newton, em Las Vegas, e Pete Fountain, em Nova Orleans.

Boots tocou com Chet Atkins e Floyd Kramer, gravando mais de 40 álbuns e viajando durante mais de 15 anos com o Festival of Music.

Como músico de estúdio, tocou na gravação de temas como "Return to sender", de Elvis Presley; "Oh pretty woman", de Roy Orbison; e "Rockin' round the Christmas tree", de Brenda Lee. Outros artistas de renome com quem trabalhou foram Johnny Cash e Buddy Holly.

O salto para a fama veio em 1963, quando compôs e gravou o tema "Yakety sax", inspirado no solo de saxofone de King Curtis para "Yakety yak", de 1958. O sucesso se tornou a trilha da série humorística britânica "The Benny Hill Show".

Outros temas conhecidos do artista são "Hey Mr. Sax Man", de 1964, e "Temptation", de 1967. Ele definia a si mesmo como "o único saxofonista rústico do mundo". No entanto, foi o estilo "rural" que garantiu o seu destaque entre os músicos de sua época.

Homer Louis Randolph, ou Boots, como era chamado popularmente, começou a tocar o saxofone na escola. Entrou para o Exército e tocou na banda marcial durante a Segunda Guerra Mundial.

Posteriormente trabalhou em clubes noturnos de Indiana e Illinois até assinar com a RCA e ser contratado como músico de estúdio, em 1958.

Randolph abriu seu próprio clube noturno em Nashville, que comandou durante 17 anos.

Cantora Christina Aguilera está grávida

A cantora Christina Aguilera e seu marido, o executivo Jordan Bratman, esperam seu primeiro filho, segundo declarou hoje o programa de televisão "E! News" da emissora de TV a cabo "E!", dedicada à informação sobre famosos.

Este será o primeiro filho do casal, que se casou em 2005, no Vale do Napa, na Califórnia, após três anos de relacionamento.

Christina Aguilera, de 26 anos, se apresentou hoje em Hong Kong, e está em turnê pela Ásia e a Austrália. O encerramento da turnê está previsto para o dia 3 de agosto em Auckland (Nova Zelândia).

O último trabalho de Aguilera, "Back to basics", já é disco de platina nos Estados Unidos.

No próximo ano a cantora vai ganhar uma estrela na "calçada da fama".

terça-feira, 3 de julho de 2007

Woodstock judeu reúne reggae, maconha e religião

Um grupo toca reggae diante de uma grande estrela de David, um cantor entoa um hino a Israel de autoria de Serge Gainsbourg e um rabino começa a pregar um retorno à fé imerso numa nuvem de fumaça de maconha: bem-vindos ao Woodstock religioso de uma colônia judia da Cisjordânia.


Milhares de pessoas participam na 8ª edição do "Festival do Fim dos Tempos", realizado no último domingo (1º de julho) em uma floresta de pinheiros do bloco de colônias de Goush Etzion, invadido em uma noite de verão por uma multidão de jovens religiosos de tendências variadas, usando quipás, e de hippies com ponchos coloridos.

"Este festival me dá forças espirituais" explica Elisheva, uma jovem de 16 anos, vinda de Jerusalém. "Há algo de sagrado no ar", diz, extasiada. Perto dela, adolescentes fumam em narguilés sentados sobre tapetes, balançando a cabeça ao som da música.

Uma cortina foi erguida para separar as danças das mulheres e a dos homens, mas os grupos esquecem as proibições religiosas e se misturam rapidamente.

"Agradeça a Deus todo dia", grita o cantor Yeouda Leuchter.

O festival, apresentado como um "encontro espiritual único", é considerado a ocasião para o encontro entre os colonos radicais acampados pela Cisjordânia e os judeus laicos, que acabam de chegar de uma viagem espiritual à Índia após terem cumprido seu serviço militar.

Nos estandes instalados na floresta, é possível comprar tecidos indianos, bijuterias e discos dos artistas presentes no festival.

Um pouco mais distante dali, um casal faz seu próprio pão em um forno rudimentar e vende saladas e queijo por um preço modesto.

Os organizadores, os Leuchter, criaram este Festival de música judaica em memória de seu pai, um músico morto em 1994.

Redenção

"Nossa mensagem é uma mensagem de união entre as diferentes parcelas do povo judeu, pois todos juntos podemos atingir a redenção", afirma Raphaël Barkatz, 25 anos, saxofonista nascido em Paris.

Moshé Karo, 57 anos, um imigrante da Ilha de Reunião, entra em cena para interpretar uma canção pouco conhecida do artista francês Serge Gainsbourg, "A areia e os soldados", cujos direitos foram oferecidos em 1967 ao Estado de Israel.

"Sim, defenderei a areia de Israel, a terra de Israel, os filhos de Israel, pronto para morrer pela areia de Israel", entoa em francês antes de traduzir para o hebraico. "A música é uma forma de orar para Deus", diz o cantor.

Com a chegada da noite, após a saída das famílias e dos poucos adultos, os casais se formam e um odor de maconha se espalha no ar.

Para Yocheved, 25 anos, vindo de Jerusalém com um grupo de amigos, esta noite é a chance de se reunir com pessoas legais. "Há um ambiente genial, a música é boa, é uma felicidade", diz ela antes de pegar um tamborim para tentar acompanhar o ritmo dos músicos que se apresentavam.

Enquanto isso, os rabinos velam pelos jovens: Michi Yossefi, verdadeiro guru dos jovens colonos, se apodera do microfone e prega o respeito aos valores religiosos judeus aos jovens que bebem suas palavras, com grandes olhos avermelhados abertos.

Os brincos dos homens e as saias curtas das mulheres não chocam, ele viveu na Índia e quer tentar trazer de volta as ovelhas desgarradas.

O dia nasce. Os músicos tocam seus instrumentos e entoam as preces cotidianas da manhã enquanto que ao longe as colinas resplandecem iluminadas pelo brilho vermelho do sol que surge.


Ex-empresário de Bob Marley é condenado por tráfico

O ex-jogador de futebol jamaicano Allan Cole, que já foi amigo próximo e até empresário de Bob Marley, foi condenado a um ano e meio de prisão e a uma multa equivalente a US$ 15.150 por posse e tráfico de maconha. Cole, conhecido como "Skill", chegou a jogar pelo Náutico em 1972.

A condenação foi anunciada depois de sete dias de julgamento, na noite de segunda-feira (2). O advogado de Cole disse que ele vai recorrer. Cole foi libertado depois do pagamento de quase US$ 30 mil de fiança.

Ele ficou famoso em 1966 por ser o jogador mais novo a representar a seleção da Jamaica, aos 15 anos e quatro meses de idade -- um recorde que ainda se mantém.

Mas foi sua associação a Marley que lhe trouxe mais fama. Em entrevistas, Cole disse ter ajudado Marley a escrever sete músicas, entre elas "Exodus".

Cole foi preso no dia 2 de fevereiro de 2002, em uma busca em sua casa, na capital da Jamaica. Foram encontrados 149 kg de maconha. O ex-jogador disse que foi vítima de uma armação.

O cantor britânico Elton John não honrou o título de "Sir" concedido pela rainha Elizabeth II em 1998 e repondeu com palavrões a um policial que impediu a passagem do seu carro durante o concerto em homenagem à princesa Diana no Estádio de Wembley, no último domingo (1º de julho), em Londres.

Depois da apresentação, que teve um atraso por problemas técnicos, Elton ia de carro até o camarim dos músicos - com tratamento VIP - a uma distância de 50 metros.

Um policial que tinha recebido instruções de proibir a passagem de qualquer carro no local, em função dos atentados frustrados do fim de semana, ordenou que o carro de Elton John parasse e o motorista disse que levava um cantor importante.

"Não importa quem está dentro. Não pode passar por esta rua", respondeu o policial.

"Sabe quem eu sou?", disse o cantor ao policial, em tom furioso.

"Fora da p... do meu caminho. Estive trabalhando toda a p... do dia e preciso ir para a p... o meu camarim", gritou em seguida, segundo a versão da edição desta terça (3) do jornal "The Daily Mail".

Apesar da cena, Elton John, de 60 anos, teve de fazer como todos os que andavam de carro e continuar a pé o trajeto até a sala VIP, onde estava o camarim e onde seria dada uma festa pelos príncipes William e Harry após o concerto.

Prêmio Multishow de Música Brasileira


Chegou a hora de premiar os melhores (nem sempre) da música brasileira! Não percam! :)

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Universal Music recusa acordo de longo prazo com iTunes

A Universal Music, maior gravadora do mundo, recusou assinar um acordo de longo prazo com a loja online de música da Apple iTunes. Isso deixa aberta a possibilidade da companhia acertar contratos exclusivos com outros serviços de música digital, informou uma fonte da indústria nesta segunda-feira (2).

A Universal vai continuar a vender músicas e vídeos de artistas que incluem Mariah Carey e Black Eyed Peas pelo iTunes em termos de acordos mensais, em vez de ficar presa a um acordo de dois anos como a Apple havia proposto, informou a fonte.

A companhia de música, controlada pela gigante francesa de mídia Vivendi pode agora acertar a oferta de partes significativas de seu repertório exclusivamente para outros parceiros. Isso potencialmente enfraquece a posição dominante da Apple no mercado de música digital.

A Apple atualmente controla uma parcela de mais de 70% de toda a música digital vendida nos Estados Unidos. A empresa também é responsável pelo player digital mais popular do mercado, o iPod.

Alguns executivos da indústria da música já manifestaram frustração de que a posição dominante da Apple pode ter afetado o crescimento do mercado digital ao manter os usuários presos ao sistema da empresa.

As preocupações são reforçadas pelo lançamento do celular da Apple, o iPhone, no fim de semana. O mercado acredita que o aparelho pode dar à Apple mais controle ao mercado de música digital para telefones móveis.

A Apple, que somente vende música pela iTunes, superou a Amazon.com e tornou-se a terceira maior varejista de canções dos EUA, atrás de Wal-Mart Stores e Best Buy.

A Universal, que produz um de cada três álbuns vendidos nos Estados Unidos, vem liderando a pressão das gravadoras para o compartilhamento de receitas obtidas por novos produtos desenvolvidos pela indústria de eletrônicos.

No ano passado, a Universal assinou um acordo com a Microsoft para ficar com uma pequena participação das vendas do player de música digital criado pela gigante do software, o Zune. Um representante da Apple não estava imediatamente disponível para comentar.

Músicas de Fergie promoverão rede de roupas

A cantora Fergie, vocalista do grupo Black Eyed Peas, vai compor letras de músicas para uma cadeia norte-americana de lojas de roupas. O contrato já assinado para promover as roupas foi de US$ 4 milhões.


Na prática, Fergie está vendendo um “espaço” em suas próprias músicas para fazer publicidade da Candie's, que vende roupas femininas. Não se trata de um jingle. O contrato estipula que ela escreva canções sobre a Candie's ou sobre seus produtos, e não apenas cite a marca nas canções.


Segundo o jornal britânico "The Guardian", um executivo da gravadora de Fergie, a Interscope, disse que "com as vendas de disco em declínio, você precisa encontrar novas formas de fazer dinheiro a partir da música. O truque é fazer com que a marca faça parte da música de forma que seja suave sem sufocar o fã".

Publicidade semelhante já foi feita no Brasil. O cantor Seu Jorge promove na música “Eterna Busca” uma marca de cachaça, o que dividiu opiniões – alguns criticaram a venda da arte, outros defenderam que o cantor simplesmente tinha direito de render-se ao marketing.


Orquestra é como um time, dizem veteranos

Uma boa orquestra deve ter o entrosamento de um time de futebol. Evitar trocas de "times", ter a sintonia perfeita sobre os palcos e fora deles e criar sua própria identidade musical. "O grupo, para ser entrosado, tem de mudar o menos possível. Se muda, não entrosa. Tem de ser igual a um time de futebol", ensina o "técnico" Bruno Rodrigues, de 42 anos, maestro da Big Band Tupy, que conta com 23 músicos.


Esses são alguns dos segredos revelados por veteranos de orquestras de baile tradicionais do Rio de Janeiro e de São Paulo que, procurados pelo G1, deram dicas à carioca Orquestra Imperial, que trouxe ao século 21 os antigos bailes de gafieira e, agora, lança um álbum de inéditas.

“O mais difícil de conseguir é manter todos pensando de uma mesma forma. Depois que subiu no palco, não importa o que esteja acontecendo. É a hora de viver aquele momento. Tendo isso não há orquestra que não dê certo”, diz o músico Roberto Mondese, de 52 anos, que começou a integrar orquestras de baile nos anos 70 e hoje toca em bailes, casamentos e formaturas.

Um líder ou um maestro com jogo de cintura para contornar problemas e a cooperação entre os músicos ajudam na hora de tocar. “Às vezes, um cantor não está conseguindo subir em notas altas. Então aquele que estiver com gás vai apoiar naquele momento”, exemplifica ele.

Apesar de a proposta da Orquestra Imperial ser o resgate da gafieira, quem está hoje na ativa relata que se adaptar aos sucessos do momento, sem perder a qualidade musical dos grandes bailes, é fundamental à sobrevivência. “A gente trabalha um público de 8 a 88 (anos). Tem de estar preparado para tudo. Músicas que estão tocando no rádio, temas de novela, funk... Mas nós também tocamos Jamelão”, acrescenta Roberto Mondese.

"As orquestras se deterioram com o tempo por não acompanharem os novos ritmos", alerta Guarany Caravieri, que há 45 anos é diretor do Cartola Club. O salão que ainda hoje realiza 28 bailes por mês é um dos mais tradicionais de São Paulo.


Maestro pós-moderno

O carisma do maestro pode ser um diferencial da orquestra. “Eu sou um maestro que agita e dança no palco. Uso brilho e paetê. Sou pós-moderno”, brinca Bruno Rodrigues, da Big Band Tupy.

O visual também é uma preocupação que não pode ser deixada de lado. Para os veteranos, os músicos devem estar alinhados e com uniformes iguais. Eles não dispensam blazers e gravatas e elas, os vestidos longos.

De acordo com Bruno Rodrigues, os músicos devem transmitir alegria à platéia. Na orquestra dele, ninguém fica sentado. “Tocamos em pé para mostrar mais agilidade e os metais fazem coreografias.”


Orquestras x DJs

Entretanto, os músicos são pessimistas sobre o futuro das orquestras. “Uma orquestra tradicional não tem espaço. Não tem lugar para trabalhar”, lamenta o saxofonista Jaime Araújo, da Orquestra Tabajara, de 22 músicos.

Os veteranos reclamam que o surgimento do DJ reduziu a procura por música ao vivo em casamentos e formaturas. Para Jaime, apenas "modismos" impulsionados pela mídia podem dar novo fôlego às orquestras de baile.

Hoje líder da Tabajara, Jaime diz que a Imperial é diferente e reconhece que a nova orquestra criou um outro jeito de sobreviver. “Eles cantam música que fala palavrão. O pessoal da velha guarda não vai contratar a Imperial porque é outra coisa”, diz ele, referindo-se à música “Artista é o c...”, cantada nos shows da Imperial.



Fonte: G1

Filme dos Rolling Stones chega em setembro ao Brasil

No ano em que Mick Jagger e companhia completam 45 anos de carreira, o documentário “The Rolling Stones – Shine a light” ganha lançamento mundial.

Pilotado pelo badalado diretor Martin Scorsese (de “Os infiltrados”, vencedor do Oscar de 2007), o filme chega às salas de cinema, incluindo as brasileiras, dia 21 de setembro.

O longa é resultado de duas apresentações dos Stones no Beacon Theatre, em Nova York, no ano passado, como parte da turnê “A bigger bang” - a mesma que levou o grupo à praia de Copacabana no início de 2006.

Diversos momentos dos shows, além de detalhes dos bastidores, foram registrados por Scorsese, que dirigiu também “No direction home”, de Bob Dylan.

Show para Diana leva mais de 60 mil a Wembley

O show beneficente foi organizado pelos príncipes William e Harry.
Dinheiro arrecadado vai para instituição que leva o nome de Lady Di.

Elton John, que abriu o show e era um amigo da ex-princesa, e Lily Allen se apresentam no estádio Wembley, em Londres; o músico cantou tendo ao fundo uma foto gigante de Diana feita por Mario Testino (Fotos: Luke MacGregor/Reuters)



Duran Duran em show em Wembley; segundo os organizadores, o estádio recebeu 63 mil pessoas e com transmissão por televisão para 140 países (Foto: Luke MacGregor/Reuters)


O príncipe Harry beija a namorada Chelsy Davey com o irmão William ao lado no estádio de Wembley; o show foi organizado pelos filhos de Diana, que fizeram uma homenagem à mãe que completaria 46 anos neste domingo. Ela morreu em 31 de agosto de 1997. (Foto: Matt Dunham/AP)

domingo, 1 de julho de 2007

Marisa Monte volta ao Rio com Universo Particular

A cantora Marisa Monte subiu ao palco do Vivo Rio na noite deste sábado, no Parque do Flamengo, Rio de Janeiro. O show faz parte da turnê Universo Particular, que reúne no repertório canções dos recentes álbuns lançados por Marisa, Infinito Particular e Universo Ao Meu Redor.Um dos principais nomes da música popular brasileira atualmente, Marisa acaba de voltar de bem-sucedidas apresentações nos Estados Unidos, na Europa, no Japão e na Austrália.Universo Particular, considerado o show mais maduro da carreira de Marisa, é centrado no repertório dos discos Infinito Particular e Universo ao meu redor. Mas, para a alegria do público, o repertório inclui ainda outras 22 músicas de trabalhos anteriores como Alta noite, Ao meu redor, ´Passe em casa e Carnavália.No palco, Marisa Monte é acompanhada por uma banda que inclui baixo (Dadi), cavaquinho (Mauro Diniz), violão (Pedro Baby), teclados (Carlos Trilha), bateria (Marcelo Costa), trumpete (Maico Lopes), violino (Pedro Mibielli), cello (Marcos Ribeiro) e fagote (Juliano Barbosa). De quebra, a própria toca gaita, guitarra, ukelele (uma espécie de cavaquinho havaiano) e kalimba (pequeno teclado de origem africana) ao longo do show.

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